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domingo, 29 de maio de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Voluntário, um agente da inclusão social

A atuação dos voluntários é essencial para a formação de uma sociedade mais justa. Não só porque permite a interação de pessoas de realidades sociais bem diferentes, mas também porque valoriza os indivíduos que são rejeitados pela população.
O voluntariado não se relaciona só com grupos de pessoas pobres, mas também com grupos discriminados por boa parte da população, como adolescentes grávidas, portadores de HIV e viciados em drogas. É indubitável que a interação entre voluntários e esses grupos sociais seja de extrema importância para ambos. Com a troca de conhecimentos, respeito ao próximo e ajuda mútua entre os envolvidos, teremos a oportunidade de tornar a sociedade cada vez mais justa e unida.
Além disso, a ajuda disponibilizada pelos voluntários faz com que os grupos sociais envolvidos se sintam valorizados. Isso acontece pela atenção em particular que cada voluntário dá ao indivíduo. Enquanto nesta sociedade injusta eles são excluídos, entre os voluntários eles são elogiados, possuem o direito de expressão, bem como recebem carinho e apoio, e ainda por cima, têm seus talentos prestigiados.
Em suma, deve-se enaltecer a ação dos voluntários, pois são grandes agentes da inclusão social. Logo, é preciso que haja estímulo, por parte do governo, para o exercício do voluntariado, e consequentemente, a sociedade se tornará mais unida e justa.
Valentino Poti
Igor Ataíde
(CALL, 1º e 2º anos, terça-feira, sala 9)
Tecnologia Médica, uma ajudante na formação de famílias

Ryan e Lisa Shepherd se reúnem com suas filhas Bethany, Megan e Ryleigh para jantar. O que poucos sabem é que essa família só está reunida graças à tecnologia médica, que possibilitou ao casal, através da fertilização In Vitro, ter filhos. Sendo assim, a tecnologia médica é de enorme relevância para que uma família seja formada e esta tenha um planejamento de vida. Não só porque permite casais com dificuldades de formar descendentes terem filhos, mas também porque faz com que os pais saibam o sexo do filho e se este possui algum problema.
A família Shepherd só existe graças á fertilização In Vitro, que por sua vez, é resultante da evolução tecnológica da Medicina. Essa fertilização ao casal Shepherd, que é detentor de chances pequenas de ter filhos naturalmente, e a muitos outros nesta mesma situação, a formação de descendentes. Sem a tecnologia, esses casais, possivelmente, não seriam felizes do jeito que são hoje.
Outro benefício que veio com a evolução da tecnologia médica é a observação do feto no estado neonatal. Esta observação, que é feita pelo ultrassom, permite aos pais saberem o sexo do bebê, possibilitando assim, a preparação da família para receber o seu mais novo membro com roupas, brinquedos e um quarto. Além disso, esta observação pode poupar as famílias de surpresas e estresses maiores, e também pode salvar a vida de um feto. É o caso do exame feito no Ultrassom de Terceira Dimensão, que dura entre 50 minutos a 1 hora, e pode detectar má formação anatômica.Dependendo do caso(cistos no pulmão,por exemplo), é possível operar o feto ainda no útero.
Em síntese, a tecnologia médica é essencial para a sociedade. Não só como meio de prevenção de doenças, mas também como formadora de famílias. Além disso, pode evitar a morte precoce de fetos. Portanto, é preciso que se tenha apoio financeiro por parte do governo, para que haja novas descobertas científicas no campo da Medicina. E assim, existirão mais casais incapacitados, como Ryan e Lisa, reunidos para jantar com suas crias.
Semy Poti
Igor Ataíde
(CALL, 1º e 2º anos, terça-feira, sala 9)
Voluntário: atendente da necessidade

A realidade é triste, mas não pode ser negada: a imagem do “ser voluntário” está cada vez mais apagada em nossa mente. Quando não completamente esquecida. Às vezes em que temos lampejos desse valor essencial a nossa sociedade, acabamos nos equivocando quanto ao seu verdadeiro significado.
Ser voluntário não se limita apenas a contribuir com doações materiais, sejam elas roupas, alimentos ou dinheiro, em campanhas a favor dos mais necessitados. Se fosse esse o caso, o governo do ex-Presidente Lula poderia até ser considerado como o mais voluntário da história do Brasil devido a sua política assistencialista. Porém, essa é apenas uma pequena parte, não menos importante, claro, das várias atitudes dos voluntários.
Essa nobre qualidade, por assim dizer, é atribuída também àqueles que estão dispostos simplesmente a agir. Apesar da correria do dia-a-dia, tais pessoas conseguem perceber o que por muitos, tantas vezes, passa despercebido. Os verdadeiros voluntários são aqueles que se disponibilizam espontaneamente a sair da sua zona de conforto para atender a necessidade do próximo, principalmente de desconhecidos. E o mais importante de tudo: sem esperar nada em troca.
Para essas pessoas, ceder o seu assento no ônibus a um idoso e ouvir dele um simples “obrigado”, falar uma palavra confortante a um desamparado ou simplesmente ouvir o desabafo ou as experiências de vida de idosos abandonados em asilos são as melhores gratificações que elas podem receber.
Tomarmos atitudes de voluntários nem sempre é fácil, isso é verdade. Mas se agirmos, sempre que possível, de uma forma mais atenciosa com o próximo, tomarmos atitudes de verdadeiros voluntários, descobriremos o quão importante é o papel dessa figura para a sociedade e conheceremos uma das melhores sensações existente: saber que você proporcionou algo bom a alguém.
sábado, 21 de maio de 2011
Diga não à palmada

Palmada, chinelada ou “tapa pedagógico”. Pouco importam as nomeclaturas, se o significado é o mesmo: agressões físicas. Há aqueles que discordam, porém, tomar a agressão como medida de educar os filhos e deixar de lado o bom diálogo é atitude a ser repensada.
De fato, é verdade que os filhos se sentem intimidados com tais atitudes, contudo, é também verdade que eles sentem-se magoados e decepcionados com seus pais educadores. Pensar que “uma surra sempre resolve” é ignorância, uma vez que não se tem a compreensão do misto de sentimentos envolvidos.
A lei anti-palmada mostra que a educação transmitida dos pais aos filhos deve ser de forma passiva e respeitosa. É até contraditório ensinar ao seu filho que não se deve bater em ninguém, e realizar tal agressão como forma de educá-lo. Tratar da criança como uma propriedade privada e se intitular seus donos são pensamentos presentes nas cabeças de pais agressores, que sequer se preocupam em buscar outras formas de correção ao comportamento de seus filhos. Partem logo para a agressão.
Vera Lúcia, procuradora de justiça aposentada, acusada de espancar sua filha adotiva de dois anos, é um exemplo significativo do tipo de crime que a lei anti-palmada pretende impedir. Seja quais forem as explicações para suas atitudes tomadas, nenhuma delas justificará o seu erro, tendo em vista que agressões físicas à criança é, sem dúvidas, um crime. É melhor evitar as palmadinhas do que relatar futuros casos de espancamento de crianças.
Se fosse a única forma de educar uma criança, uma “chinelada” seria até aceitável, embora a realidade seja outra e as opções sejam diversas. Portanto, por que não ter como solução uma conversa instrutiva ao invés de uma agressão física? Além do mais, estamos abordando um tema em relação a indivíduos nos primórdios da vida que, além de inocente, é indefeso.
Tecnologia e vida

Existe um problema que até recentemente assombrava quem queria ter filhos. Devido a problemas genéticos e hormonais, alguns casais não conseguiam engravidar de maneira natural, o que acabava destruindo o sonho de formar uma família. Atualmente, com o avanço da tecnologia na área médica, dependendo do caso, já é possível concretizar esse sonho para quem antes não podia ter filhos, o que é uma ótima notícia.
Através de técnicas como a fertilização in vitro, é possível gerar uma vida de maneira ‘’artificial’’. Nesse caso, a fecundação é realizada em laboratório e os óvulos já fecundados são implantados no útero da futura mamãe, dando assim a oportunidade de gerar uma família. Esse tipo de método também é utilizado para quem quer ter mais de um filho, ou seja, gêmeos, trigêmeos e até quadrigêmeos.
Também é possível que mulheres solteiras engravidem, através de um doador anônimo de sêmen, dessa forma, ela irá engravidar, mas não saberá quem é o doador, isto é, o pai do seu filho.
Há várias técnicas utilizadas para engravidar. Até quem antes não podia ter filhos, agora tem uma chance de construir uma família. Mas vale ressaltar que tais métodos não são acessíveis a qualquer um, pois são muito caros. Uma outra saída seria a adoção, mas é um processo bastante demorado e burocrático, por isso muitos casais recorrem à fertilização, pois há menos burocracia e ainda há a possibilidade de acompanhar a geração desde o início, passo a passo.
A tecnologia médica, hoje em dia, tem enorme importância na formação de uma família. Além de proporcionar a geração de um novo ser, gera uma nova família, acende a esperança, o amor e a alegria. Sem esses métodos, muitas famílias não existiriam. Ou seja, mais uma vez, a tecnologia se alia ao homem para construir o bem maior da sociedade.
Luana Siqueira Ribeiro
(CALL 1º e 2º anos, terça-feira, sala 8)
domingo, 15 de maio de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
segunda-feira, 25 de abril de 2011
A VELHA VERDADE

sexta-feira, 22 de abril de 2011
EXERCÍCIO DE AMOR

O tempo presente é marcado pelo individualismo. Predomina no mundo todo, pessoas sem tempo e vontade de olhar, ou mesmo ajudar, o outro. É muito raro encontrarmos alguém, como no exemplo da parábola do “Bom Samaritano”, que se volte com amor, dedicação e afeto para socorrer quem precise de um mínimo de solidariedade. Essas pessoas raras são os multiplicadores do amor: os voluntários.
Apesar da luta de cada um por melhores condições de vida, da má remuneração diante dos subempregos, do desafio diário e da corrida contra o relógio, ainda existem pessoas que renunciam seus compromissos, tarefas e relacionamentos familiares para se doarem a outros que, na maioria das vezes, passam ou passaram por dificuldades na vida, que lhes fazem se sentir tristes e necessitadas de um ombro amigo. Elas almejam um abraço, um sorriso, uma palavra compreensiva, um simples gesto de carinho e conforto, atitudes estas que elas não vivenciam continuamente.
Para os “multiplicadores do amor”, não é necessário remuneração financeira. Eles desejam um sorriso sincero, que é estampado no rosto dessas pessoas “carentes”, demonstrando facilmente a alegria de saber que, apesar do egoísmo predominante, existem seres humanos que se preocupam com os outros e não apenas consigo mesmos. Para os voluntários, ouvir um “obrigado” já é tudo que eles precisam para serem cidadãos melhores e conscientes do que,apesar dos problemas que enfrentam,essas pessoas passam por dificuldades ainda maiores.
terça-feira, 19 de abril de 2011
ALÉM DOS CONCEITOS

Para muitas pessoas, o voluntariado significa doação, disponibilidade de tempo e capacidade para ajudar pessoas que necessitam. Embora esse conceito não esteja errado, ser voluntário não se resume a isso. Na verdade, é sobretudo nas pequenas gentilezas do dia-a-dia que encontramos o verdadeiro espírito do voluntariado.
Podemos demonstrar isso a partir de uma situação bem simples: dentro de um ônibus lotado, uma idosa está em pé. Ao considerar que por mais que esteja cansado, a idosa esta precisando mais do lugar e ceder o assento, você sem dúvidas agiu como um verdadeiro voluntário.
Quando, em um pequeno momento, paramos para escutar um desabafo de um amigo, de um familiar, estamos, de certo modo, caracterizando um voluntário. Não só porque escutamos e ajudamos, mas também porque nos tiramos um pouco do centro do universo e observamos as dificuldades do outro. É esse tipo de atitude de doação que caracteriza o espírito voluntário.
sábado, 16 de abril de 2011
O TRABALHO NA CONSTRUÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA

No Brasil, a escravidão foi abolida oficialmente em 1888, mas tristemente o trabalho escravo é ainda a realidade de muitas pessoas. Trabalho escravo é, por definição, o trabalho degradante aliado ao cerceamento de liberdade e, ainda hoje, há muitas pessoas nessa situação. A escravidão moderna não é tão vista por nós, não está tão escancarada como estava no século XVII, por exemplo.
O fato de a exploração humana estar tão “escondida” na atualidade é o que a torna tão difícil de ser combatida, além das grandes extensões territoriais que envolvem esse tipo sujo de trabalho que dificultam em demasia as fiscalizações. Os responsáveis pela exploração humana usam como arma a miséria e o medo dos explorados. Nesse tipo de trabalho, os escravos estão submetidos a condições desumanas de trabalho; Pode-se dizer que são tratados como animais, no sentido mais restrito dessa palavra.
As vítimas da escravidão não conhecem outra realidade, nasceram inseridos num grupo já escravizado. Elas não conhecem os seus direitos, e acredito que se conhecessem, o tamanho dos latifúndios impediria uma fuga. Os latifundiários são da alta sociedade, apresentam alto poder aquisitivo e, em um país como o Brasil, para pessoas como eles, a lei de certa forma não se aplica, os direitos humanos não existem.
Na teoria, todos os homens, independentemente de cor ou condição financeira, têm direito a uma vida digna, e não seria o trabalho a principal ferramenta para a dignidade? O trabalho diferencia os homens e sua qualidade de vida e seres humanos conscientes buscam essa melhora, portanto é a consciência que diferencia um médico ou operário de fábrica de um escravo, o escravo não conhece a vida que poderia ter e não vê nenhuma possibilidade de crescer; diferente de qualquer empregado, esse não possui carreira.
Quando pensamos em trabalho, nos vem à mente salário, horas extras, férias... Isso não se aplica aos escravos, por isso, apesar das adversidades que dificultam a descoberta dos locais de exploração, nossos governos precisam tomar providências para abolir realmente a escravatura. Só assim, os direitos humanos se aplicarão a uma maior parcela da sociedade e homens, mulheres e também crianças poderão ter outro futuro e uma vida mais digna.
Ana Beatriz Medeiros de Amorim
(CALL, 1º e 2º anos, terça-feira, sala 7)
ESPERANÇA NAS EXCEÇÕES

A situação na qual o mundo encontra-se hoje em relação aos valores cultivados é preocupante. A bondade, as boas ações e a confiança mútua foram perdendo lugar gradativamente para a desonestidade, o individualismo, a ganância e a desconfiança. Em outras palavras, o mundo vive uma crise de valores.
Para comprovarmos isso, basta citarmos que, há algumas décadas, o dinheiro do ofertório nas igrejas católicas era deixado espalhado pelos bancos das igrejas, para que logo após a missa alguns jovens dispostos a ajudar a paróquia recolhessem esse dinheiro sem a supervisão de nenhuma autoridade. Nem por isso o dinheiro ofertado deixava de chegar à paróquia. Enquanto hoje, com o passar dos anos e o crescimento da desonestidade, não podemos dar ou receber um simples troco de algum pagamento, sem que seja lançado um ar de desconfiança até que tudo seja bem conferido.
São fatos que se tornaram “comuns” no nosso dia-a-dia, mas que preocupa aqueles que eram acostumados a confiar cegamente no próximo. Mas, calma, nem tudo está perdido. Graças a algumas raras exceções, podemos acreditar que ainda existem pessoas que se preocupam com o próximo, que se colocam no lugar do outro e agem da forma que todos deveríamos agir. Como é o caso das raras vezes em que temos notícia de pessoas muito pobres, como catadores de lixo, que tomam a nobre decisão de devolver ao verdadeiro dono, grandes quantias em dinheiro que acabaram indo parar no lixo por engano.
TECNOLOGIA MÉDICA E FORMAÇÃO DE FAMÍLIAS

Durante muitos anos, casais de todo o mundo se viram limitados a terem filhos apenas se gozassem de saúde perfeita e propícia à reprodução. Com o avanço da tecnologia, vimos essa realidade ser mudada pouco a pouco e muitos homens e mulheres, que não viam um modo de constituir uma família como pais e mães biológicos, puderam realizar seus sonhos e dessa forma ter filhos.
Com ou sem polêmicas, a geração de vida com recursos tecnológicos mudou e melhorou a qualidade de vida de muitas pessoas. Deu oportunidades, ou melhor, filhos para quem tanto lutou por isso. Se tantas mulheres tiveram filhos sem os desejar, se o aborto é tão tristemente uma prática presente em nossa sociedade, por que a concepção em laboratórios – para casais que realmente querem filhos – não deveria ser aceita e aplaudida por nós?
A origem da vida em laboratório se apresenta de forma, certas vezes, inusitada e incomum – posso citar como exemplo o caso de uma irmã gêmea que nasceu onze anos depois das outras duas -, mas a importância da tecnologia médica na formação de famílias é indiscutível, pois aumenta a quantidade de famílias com filhos. Esse aumento é consideravelmente importante, pois vivemos numa sociedade em que a busca por bens materiais e pelo sucesso profissional são mais valorizados que a constituição ou aumento de uma família.
A partir dessas tecnologias, para alguns casais, os filhos gerados se tornam uma escolha, uma opção acompanhada de maturidade e a certeza de que a decisão certa está sendo tomada. Isso vai de encontro ao que muito acontece na nossa sociedade, na qual crianças são concebidas por casais sem nenhuma ligação fixa ou estável. É o que podemos chamar de banalização da família, da vida e dos valores que move a ambas.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
terça-feira, 5 de abril de 2011
IN VITRO: UM FINAL FELIZ

A tecnologia proporcionou uma nova visão de mundo às pessoas, um mundo moderno, cheio de qualidade de vida. Com a revolucionário fertilização “in vitro”, as portas se abriram para os casais incapazes de terem filhos, mostrando uma nova forma de reprodução. Entretanto, essa técnica só é possível para aqueles que possuem devidas condições financeiras para realizar esse processo de fertilização.
A fertilização “in vitro” consiste na colocação de espermatozóides em ovócitos, que em seguida são fertilizados. Daí alguns embriões são implantados na mulher, e o resto são congelados e armazenados na clínica - caso a mulher queira repetir o processo. Assim que fertilizados e tudo prosseguir bem, a gestação irá ocorrer normalmente, gerando o bebê.
A partir desse avanço tecnológico, as famílias que não se sentiam completamente felizes puderam se realizar, dando origem ao(s) filho(s) que tanto queriam. E é por esse e outros motivos que a tecnologia médica é essencial para a formação de um família.
Sendo assim, só podemos esperar que essa tecnologia tenda a melhorar para que possa chegar também às classes inferiores, fazendo com que essas outras famílias sejam felizes também.
Semy Poti
Luana Souza Ribeiro
(CALL 1º e 2º anos, terça-feira, sala 8)
domingo, 24 de outubro de 2010
COTAS: INCLUSÃO OU EXCLUSÃO?

O sistema de cotas é uma medida governamental que estabelece uma reserva de vagas a determinadas classes sociais e raças como a negra, para universidades públicas. Ele visa acelerar um processo de inclusão social.
Entretanto, isso é ineficaz, pois esse sistema contribui para o aumento da discriminação racial e desigualdade social. Esse método não irá melhorar as condições de ensino público e não eliminará o racismo, pois ele já é um tipo de discriminação. Além disso, ele discrimina os brancos mais pobres. Querer superar uma injustiça criando outra não é o melhor caminho.
A questão da cota esconde o problema maior, a mediocrização do sistema de ensino público. Muitos dos beneficiados, sem ter uma preparação anterior, não conseguem um bom desempenho nas universidades.
Assim, o melhor caminho para combater a exclusão social é a construção de serviços públicos universais de qualidade em setores de educação, saúde e previdência. Ou seja, é necessário um investimento maior do governo nas escolas públicas, pois só assim formaremos bons profissionais para futuramente termos um país melhor.
Mariane Araújo de Oliveira
(CALL, 1º e 2º anos, terça-feira, sala 9)
MUITA CALMA NESSA HORA...

Medo e dúvida são dois sentimentos que invadem quem está prestes a entrar na universidade. Não é à toa que isso acontece. Afinal, o momento de escolha profissional é de muita pressão. Além de suas expectativas, há também a dos seus pais. Mas lembre-se de que a escolha é sua e de mais ninguém.
O pré-vestibular é um período em que o aluno mais se cobra e sente-se na obrigação de ser aprovado. Aqueles que estudam regularmente e apresentam bom rendimento escolar não precisam se cobrar tanto. O ideal é criar um plano equilibrado de estudos, organizando o tempo de forma que possa estudar, mas sem esquecer do lazer, pois o equilíbrio físico e mental também é muito importante.
De fato, vestibular é algo que preocupa bastante e ficar com o pensamento nele 24 horas ao dia só piora a situação. Quando sentir-se muito cansado, reserve um tempinho para você. Se tem dúvidas em relação ao curso que irá escolher, procure ajuda profissional, tenha contato real com as profissões com que você mais se indentifica. Manter-se atualizado, lendo jornais e revistas, é fundamental.
Reunindo os fatos anteriormente citados, pode-se concluir que a tensão pré-vestibular é praticamente impossível de não existir em qualquer aluno, mas o que deve permanecer firme e forte é a calma e o pensamento positivo. No final, você terá o resultado do seu esforço. Se não conseguir passar no primeiro, não esquente, afinal, tudo acontece no tempo em que deve acontecer.
Marília Paiva de Oliveira
terça-feira, 12 de outubro de 2010


quinta-feira, 23 de setembro de 2010
PREVENIR PARA NÃO REMEDIAR

DOLOROSA, MAS QUASE SEMPRE NECESSÁRIA








