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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

CELULAR NA AULA: FALHA NA TRANSMISSÃO


Sala de aula. Um local onde aprendemos tudo que precisamos para no futuro termos um bom e digno trabalho. Porém, um comportamento tornou-se bem comum dentro desse espaço: o uso de celulares durante a aula. Tal comportamento incomoda muito o professor, que muitas vezes tem que parar a aula e reclamar com o aluno. Este, julgando-se dono da razão, acha que o celular não atrapalha e que é implicância do professor ou da escola. No entanto, está terrivelmente enganado.

É fato que atualmente os celulares são providos de diversos aplicativos. Há tempos que ele deixou de ser usado apenas para ligações. TV, jogos, internet, tudo isso atrai a atenção do aluno, distraindo-o e fazendo-o achar a aula uma coisa chata e monótona. Estudar pode até não ser tão interessante quanto manusear um celular, mas é necessário para nossa formação como cidadãos e profissionais. Daí o perigo desse aparelho em sala de aula.

Além de distrair a atenção do aluno, tal aparelho pode atrapalhar também a turma, uma vez que quando toca causa tumulto na aula. Aqueles que querem aprender acabam sendo prejudicados e até o professor, por perder a linha do pensamento.

Percebemos claramente que o celular é um péssimo instrumento se usado durante a aula. Espera-se que família e escola unam-se no combate ao seu uso. Para isso os pais devem conscientizar seus filhos de que o uso do celular durante a aula é incoerente, e a escola, por sua vez, deve ser mais rígida quanto a isso. Sendo assim, os alunos poderão se preparar adequadamente para o futuro, sem serem atrapalhados por pequenas distrações como o celular.

Lucas Freire
(CALL, 1º e 2º anos, terça-feira, sala 8)

domingo, 17 de julho de 2011

ASSIM O BRASIL NÃO CRESCE

Analfabetos absolutos e semi-analfabetos.Essa é a realidade de 15% dos jovens brasileiros com idade entre 15 e 24 anos.Diante desse dado, todo ano os políticos dizem estar investindo na educação básica de nosso país e na qualidade do ensino, mas será que isso é verdade?

De acordo com as pesquisas feitas pelo INAF (Indicador de Analfabetismo Funcional), em 2009 apenas uma terço dos jovens daqui atingiram a alfabetização plena, e isso não ocorre apenas em um nível de ensino.O analfabetismo funcional atingia 59% dos alunos até a 4ª série, da 5ª a 8ª série eram 22% e no ensino médio apenas 5%.Tais taxas provam que o ensino básico está carente e necessita de melhoras.

O ensino fundamental é uma importante época na vida do aluno, umas vez que, sem um bom ensino básico ninguém consegue aprender direito os conteúdos futuros.Os responsáveis pela educação brasileira (Ministério da Educação) investem muito nas UFS e IFS ( Universidades e Escolas Técnicas) e deixam em segundo plano o ensino básico, sem levar em conta que o aluno apenas chegará nas universidades se tiver uma base.Eles estão fazendo o contrário, pois o ensino começa de baixo para cima.

O número de analfabetos funcionais na oitava economia do mundo é provocado pela contínua falta de prioridade na educação básica e na qualidade da instrução.Ao corrigirmos esse déficit, nossa população passa por uma incrível reforma e deixará assim, de ter tantos analfabetos.

Lucas Freire

(CALL, 1º e 2º anos, terça-feira, sala 8)