domingo, 17 de julho de 2011

ASSIM O BRASIL NÃO CRESCE

Analfabetos absolutos e semi-analfabetos.Essa é a realidade de 15% dos jovens brasileiros com idade entre 15 e 24 anos.Diante desse dado, todo ano os políticos dizem estar investindo na educação básica de nosso país e na qualidade do ensino, mas será que isso é verdade?

De acordo com as pesquisas feitas pelo INAF (Indicador de Analfabetismo Funcional), em 2009 apenas uma terço dos jovens daqui atingiram a alfabetização plena, e isso não ocorre apenas em um nível de ensino.O analfabetismo funcional atingia 59% dos alunos até a 4ª série, da 5ª a 8ª série eram 22% e no ensino médio apenas 5%.Tais taxas provam que o ensino básico está carente e necessita de melhoras.

O ensino fundamental é uma importante época na vida do aluno, umas vez que, sem um bom ensino básico ninguém consegue aprender direito os conteúdos futuros.Os responsáveis pela educação brasileira (Ministério da Educação) investem muito nas UFS e IFS ( Universidades e Escolas Técnicas) e deixam em segundo plano o ensino básico, sem levar em conta que o aluno apenas chegará nas universidades se tiver uma base.Eles estão fazendo o contrário, pois o ensino começa de baixo para cima.

O número de analfabetos funcionais na oitava economia do mundo é provocado pela contínua falta de prioridade na educação básica e na qualidade da instrução.Ao corrigirmos esse déficit, nossa população passa por uma incrível reforma e deixará assim, de ter tantos analfabetos.

Lucas Freire

(CALL, 1º e 2º anos, terça-feira, sala 8)

BULLYING: A SOLUÇÃO É EDUCAR

Quinta feira, sete de abril de 2011. O ex-aluno Welinton Menezes, de 24 anos, invadiu a Escola Municipal Tasso da Silveira e assassinou, com dezenas de tiros, doze crianças e deixou outras vinte feridas. Com base nessa tragédia, que abalou o Brasil, fica a pergunta: qual será o motivo que levou o assassino a cometer tamanha barbaridade? A causa para o que ocorreu naquele dia pode estar ligada ao bullying.

De acordo com a psicóloga e jornalista Menar Senovilla, a principal causa para a prática do bullying é de ordem familiar e pessoal. A criança ou jovem que sofre com um pai violento ou tem uma má organização familiar pode tomar condutas agressivas no ambiente escolar. Quando a acriança está constantemente exposta a esta e outras situações, como a tentativa de se tornar popular através da violência, ela acaba sendo estimulada a reagir de forma agressiva e repetitiva, se tornando praticante de bullying.

O bullying sujeita o indivíduo a uma enorme pressão, levando a se tornar um sujeito frágil. Baixo nível escolar, dificuldade de se relacionar com outras pessoas, ataques de pânico, stress e até mesmo o suicídio. Essas são as principais consequências dos indivíduos que sofrem com o bullying. Porém, os efeitos que a agressão leva não se restringe apenas às vítimas, mas também tem repercussão na vida dos agressores. O praticante da violência tende a, no futuro, ser um adulto violento, com baixa resistência à frustração, levando a envolver-se em atos criminosos. Por isso, fica claro que a agressão é ruim para ambas as parte, tanto para a vítima, quanto para o agressor.

Para termos uma sociedade, principalmente escolar, digna e sem violência devemos combater os maus que as atingem. É melhor prevenir um problema do que resolver as suas consequências. E é com base nisso que a prática do bullying deve ser evitada, através de discussões e palestras dinâmicas, conscientizando os envolvidos, ou seja, as crianças. Só assim, teremos pessoas com noção e conhecimento sobre violência e suas consequências. Afinal, como disse Pitágoras, “eduquem os meninos e não será preciso castigar os homens”.

Karinne Lucena

(CALL, 1º e 2º anos, terça-feira, sala 8)

JOVENS, INDIVÍDUOS GROSSEIROS

Tapas, chutes, xingamentos, sinais obscenos. Estas são atitudes cada vez mais praticadas pelos jovens tanto em casa quanto na escola contra pais e professores. Essa realidade precisa mudar, pois senão futuramente nossa sociedade terá um número restrito de pais e professores devido à grosseria com que estes convivem atualmente. Mas como mudar esta situação?

Inicialmente, é indubitável que a presença da família na vida do jovem é necessária para que se tenha uma redução no número de grosserias contra pais e professores. Com uma família presente desde pequeno,o jovem, no futuro, terá uma abertura maior para contar suas dificuldades e tristezas para alguém de confiança e que realmente esteja interessado em ajudá-lo,ao invés de expulsar essas infelicidades através de atitudes desrespeitosas e grosseiras com os mais velhos.Dados coletados pelo pesquisador americano Robert Blum,da Escola de Medicina da Universidade de Minessota,permite concluir que a principal causa da agressividade das crianças da classe média americana é a falta de amor dos pais.Logo,elas precisam se sentir amadas.

Além disso, é necessário que os pais tenham “pulso firme” em suas decisões desde cedo. A partir do momento em que eles não demonstram convicção nas decisões tomadas, a insegurança que os rodeiam será um alicerce para uma refutação de idéias, por parte dos filhos, e quem sabe até mesmo uma revolta. É um caso de um filho que questiona aos pais sua saída para uma festa. O pai não permite já a mãe além de permitir ainda faz com que o pai seja flexível quanto a sua decisão. A falta de senso comum entre os pais poderá levar o menino a um questionamento agressivo em outra ocasião, em que a solução encontrada naquele instante não for a desejada por ele. Temos assim a formação de um indivíduo desrespeitoso e desligado quanto à hierarquia social.

Há quem defenda que a melhor maneira para evitar agressões aos pais e professores é o castigo físico. Embora seja uma forma de impor respeito e neutralizar o comportamento inadequado, a punição física não é a melhor saída a ser utilizada.Como querer combater a violência fazendo uso desta? O castigo físico só contribuirá para o agravamento da situação. Logo, este tipo de punição não é a melhor escolha.

Em suma, esta realidade, em que jovens cometem grosserias, precisa mudar. Não só através da demonstração de afeto pelos pais,mas também por meio de decisões concretas destes.Portanto, o melhor caminho é o do diálogo,que além de proporcionar uma relação afetiva entre pais e filhos,impossibilita a formação de um jovem não condizente com a hierarquia social.

Igor Ataíde

(CALL, 1º e 2º anos, terça-feira, sala 9)

OS PEQUENOS TAMBÉM MERECEM RESPEITO

As crianças, por terem pouca idade e consequentemente, pouca experiência, são imaturas e agem, na maioria das vezes, sem pensar nas consequências. Então, é necessário que elas sejam alertadas, mesmo na infância, pelos seus pais e responsáveis, do que se deve ou não fazer. Contanto que essa educação seja por meio de conversas e não agressões, pois, além de ser crime, a criança se torna um adulto problemático. Considerando esses fatos, a nova lei antipalmada foi mais do que bem vinda, por proteger crianças que são agredidas constantemente.

Há pais que afirmam que a forma mais correta de educar os filhos é na base de palmadas e ainda acham que são atos de amor. Agir com o coração é, mesmo na hora da raiva, chamar o filho para conversar particularmente, explicar que o que ele fez é incorreto, por isso não deve ser repetido e citar as conseqüências que irá prejudicá-lo, como ficar sem os momentos de lazer, por exemplo.

Temos inúmeros exemplos de pessoas traumatizadas, que não levam uma vida saudável, devido ao passado que tiveram, pois os seus pais não souberam educá-los, atingindo-os com agressões morais e físicas. Esses indivíduos sofrem com problemas de convivência e qualquer tipo de relação, inclusive, profissional.

Portanto, crianças são pessoas inocentes e indefesas, que merecem um tratamento carinhoso, principalmente, de seus pais, então é de grande importância que a lei antipalmada seja acatada pela sociedade para que as vítimas de maus tratos possam ter uma vida melhor.

Mylene Radmila

PODE-SE EVITAR "O TODOS CONTRA UM"

Está cada vez mais comum a ocorrência de bullying. Ele circula nas escolas, na internet. Costuma atacar os mais frágeis e os que se diferenciam dos demais. Suas conseqüências são devastadoras. Entre elas, a depressão e até mesmo o suicídio. Está se tornando um problema cada vez mais alarmante e de difícil solução. Exatamente por isso, é preciso prevenir a violência nas escolas, utilizando métodos como o diálogo e o aumento de segurança, evitando assim, diversos tipos de agressão nessas instituições.

Há quase doze anos, dois jovens que sofriam bullying invadiram uma escola norte-americana e assassinaram mais de dez professores e adolescentes. Denominado massacre Columbine, o caso teve bastante repercussão no mundo inteiro e após o acontecimento, os Estados Unidos fizeram um investimento extremamente alto na compra e instalação de câmeras, além de detectores de metais, numa tentativa de aumentar a segurança nos colégios. A alternativa, apesar de muito cara, surtiu efeito. Hoje, o número de agressões físicas em instituições escolares do país diminuiu consideravelmente.

Porém o bullying não se apresenta só em ataques físicos, ele atinge verbalmente e acarreta danos psicológicos gravíssimos. Dessa maneira, há uma solução muito mais eficaz para evitá-lo. O diálogo entre o corpo docente, pais e alunos é uma arma poderosa, que se usada a longo prazo irá diminuir expressivamente os casos de violência contra estudantes. Acontece que a boa interação entre eles levará à comunicação que fará com que pequenos problemas de isolamento e discriminação sejam rapidamente solucionados, não dando espaço para que cresçam e tornem-se algo irreparável, pois jovens terão segurança de discutir a respeito do que os incomoda. Além disso, diálogos serão responsáveis por conscientizar adolescentes sobre o bullying, mostrando como é perigoso.

Assim, existem meios para tentar evitar a violência nas escolas. O aumento da segurança, apesar de ser um investimento caro, pode suprimir, não inteiramente, os ataques físicos. Somando a isso, há o diálogo que é um método bastante eficaz, já que fará com que os jovens sintam-se confortáveis para conversar sobre qualquer situação que os preocupe e esta interação também fará com que os estudantes tenham consciência da seriedade de agressões no colégio.

Anny Gabriely Miranda Campos

SER DIFERENTE É SER NORMAL

É bastante comum, nos dias de hoje, a prática do bullying, principalmente nas escolas. As agressões psicológicas e morais, realizadas por pessoas que se sentem melhores que as outras, atingem gravemente o desempenho escolar das vítimas. Além do mais, causam danos à vida social e pessoal, ocasionando o isolamento, depressão e, às vezes, a morte dessas pessoas que são apenas diferentes do padrão imposto pela sociedade.

As escolas brasileiras estão empenhadas em eliminar a prática do bullying, porque afeta o convívio entre os alunos, afasta-os da instituição de ensino com medo de sofrer agressões e torturas, por se vestirem, falarem, ou gostarem de coisas diferentes a maioria dos colegas. Se um jovem pintar o cabelo de azul, por exemplo, será motivo de chacota e de apelidos pejorativos, apenas porque é algo inusitado.

Estão sendo disseminados nas escolas, policiais e psicólogos para realizarem palestras, com o intuito de esclarecer aos jovens o que é o bullying e quais os seus tipos. Essas ações, além de esclarecer, ainda podem servir de motivação para denunciar quem pratica e também encorajar a falarem das torturas.

Apesar das palestras, ainda existem diversos casos de violência nas escolas, por parte de alguns alunos que ainda não perceberam que é um crime o que eles fazem. Muitas vezes, as pessoas encorajadas a denunciar sofrem torturas pelos praticadores do bullying, porque não sabem conversar, apenas praticar violência física.

Diante dos fatos, os colégios deveriam punir severamente os agressores e impor uma indenização para as vítimas, custeadas pelos criminosos. Com essa medida, diminuiriam os casos de violência nas escolas e enfim chegaria a paz tão almejada para os que acreditam que ser diferente é ser normal.

Elaine Waleska
(CALL, 1º e 2º anos, terça-feira, sala 7)

A NOSSA SEGUNDA CASA

Formar cidadãos, contribuir para a formação profissional, ensinar as matérias. Essas são algumas respostas dadas por pessoas ao serem questionadas sobre qual a principal missão da escola. Significativa parte do tempo da maioria das pessoas é vivenciada em ambiente escola, um espaço com diversos e importantes compromissos, em que alguns estão relacionados a características técnicas, e outros a valores morais.

É certo que a escola tem como incumbência mais expressiva, a transmissão de conteúdos acadêmicos que servem de apoio para a vida inteira. Ensinar as disciplinas, dar condições para que o aluno descubra a área de sua preferência, seja tecnológica, humana ou biomédica e, consequentemente, qualificá-lo para o trabalho, é dever de qualquer instituição escolar. Nesse âmbito, o que interessa é o desenvolvimento intelectual do ser. E é tendo por base essa aprendizagem, que o engenheiro consegue calcular, o advogado elabora uma petição ou um biólogo estuda a vida de uma planta, por exemplo.

Além disso, cabe à escola contribuir para a formação ética e social dos alunos. Valores como respeito, cooperação, responsabilidade e solidariedade devem ser fortemente trabalhados. Nesse ambiente, temos que aprender a lidar com diferenças de opiniões e gostos, temos que assumir vários compromissos, desde se uniformizar corretamente, até realizar as atividades e, constantemente, trabalhamos em grupo, por exemplo. Dessa forma, crescemos não só no domínio da inteligência, mas também como cidadãos íntegros e como pessoas integrantes de uma sociedade.

Portanto, a escola pode ser considerada a nossa segunda casa, tendo em vista que além de repassar informações e conceitos, esse estabelecimento nos prepara para a vida em sociedade. A instituição escolar nos ensina, de uma forma geral, a desenvolver habilidades e competências, informando e formando.

Marjorie Saunders
(CALL, 1º e 2º anos, terça-feira, sala 7)

EDUCAÇÃO: MAIS QUE UMA SIMPLES AULA

Acordar cedo, trocar de roupa, tomar café, ir para a escola. Essa é uma rotina que quase a totalidade das pessoas vivenciou ou vivencia por um longo período de tempo. É necessário frequentar a escola por, pelo menos, doze anos para ter a formação no ensino fundamental e médio. A grande quantidade de tempo dedicada a essa instituição mostra o alto grau de influência e importância que a escola tem na vida do estudante. Essa importância está relacionada ao considerável papel da escola na formação intelectual e social de um indivíduo.

A escola deve ter como um dos objetivos formar intelectualmente o estudante. É através de aulas em sala, aulas de campo e atividades avaliativas que isso acontece. Porém, mais importante que transmitir o conhecimento ao aluno é ensinar o estudante a pensar, a ter senso crítico e criar suas próprias opiniões. É como, por exemplo, ao estudar sobre a devastação e poluição da natureza, é importante promover debates e discussões sobre o tema, meios de preservação, despoluição, ou seja, fazer o aluno refletir.

Mais que o desenvolvimento intelectual, a escola tem também a função de formar socialmente o indivíduo. Numa sala de aula nos deparamos com os mais diferentes tipos de pessoas das quais divergimos em opiniões, mas que temos que nos relacionar harmonicamente. Em outras palavras, aprendemos a nos relacionar em grupo. Ao fazer um trabalho em equipe, por exemplo, é necessário discutir, ceder e argumentar para convergir em uma ideia da equipe.

A partir do que foi discutido, podemos perceber que a escola tem como principal e essencial função, a de educar intelectual e socialmente o estudante. Diante dessa importante função da escola, vemos uma contradição no nosso país, o setor da educação é um dos mais precários do Brasil. Essa precariedade preocupa e necessita de maior atenção dos governos, pois a escola não educa apenas conceitualmente, educa para a vida.

Uma leitora.

Marina Mendonça de Miranda.

(CALL, quinta-feira, 1º e 2º anos, sala 8)

domingo, 19 de junho de 2011

A PALMADA EXORTA


A palmada corretiva está ameaçada. No Brasil há um projeto de lei que proíbe todo tipo de castigo físico à criança e ao adolescente. A palmada é usada como uma forma de correção e, ao contrário do espancamento, não é crime. Creio que não é dever do Estado interferir na educação do lar, isso é dever dos pais. A tapinha dói, sim, mas às vezes faz-se necessário doer.

Já dizia o rei Salomão no livro de Provérbios: "Não deixe de corrigir a criança. Umas palmadas não a matarão. Para dizer a verdade, poderão livrá-la da morte". Quando antecedidas por advertências, a palmada exorta. Quando o motivo do castigo é desconhecido, ele é tido como injusto pela criança. Mas, quando o seu motivo é explicado, a palmada é a solução para os pais que já advertiram e não foram obedecidos. Ora, se a conversação não está funcionando, é necessário outro meio de disciplina.

Não são necessários trabalhos e pesquisas para percebermos que as gerações criadas sem o "método da palmada" são mais desobedientes e rebeldes que as gerações anteriores. Vemos seus maus comportamentos nas escolas, supermercados, shoppings. Xingando e respondendo a mãe em uma loja, por exemplo.

Se o projeto da "lei anti-palmada" visa acabar com os maus tratos a crianças e adolescentes, acredito que ela seja desnecessária. Já existem leis que proíbem o espancamento, o abuso físico e moral de todo e qualquer ser humano. Tornar ilegal um método disciplinar, que tem se mostrado eficaz, é tirar a liberdade dos pais de educar seus filhos.

Thaíse Pessôa

(CALL, 1º e 2º anos, terça-feira, sala 9)



domingo, 12 de junho de 2011

Educação a quatro rodas


Não há como ninguém negar suas imprudências no trânsito. Envolvimento em acidentes, excesso de velocidade, consumo de bebidas alcóolicas ao dirigir... As causas dos elevados índices negativos em relação ao trânsito são as mais diversas. Infelizmente, o que vale ressaltar é que quase nenhuma pessoa não se envolveu em acidentes desde o dia que tirou a habilitação.

Fatos são diferentes de suposições. Pesquisas baseadas em fatos do cotidiano, isto é, nos elevados números de acidentes que acontecem nas rodovias do país, demonstram que cada vez mais o índice está subindo. Uma das causas é a alta velocidade. Algumas pessoas perderam o senso de diferir necessidade de velocidade, usando seus carros de maneira incorreta.

Uma lei surgida há alguns anos, a “Lei Seca”, tem como objetivo inibir os motoristas que bebem quando estão dirigindo. Embora não caiba apenas aos órgãos públicos conscientizar as pessoas, a lei foi colocada em prática, porém, sem sucesso. Como os motoristas não temem à lei, e além dela não funcionar (bafômetros em desuso, falta de blitz nas estradas), muitos são os casos de tragédias causadas pelo consumo de álcool.

Para reduzir os números de acidentes nas rodovias, as pessoas necessitam ter consciência e saber que além de envolver suas próprias vidas, estão colocando em risco a vida do demais. Dirigir exige muito mais do que ter dinheiro e comprar um carro, é preciso também saber o real significado da invenção dessa palavra: estar no controle da situação. No caso, é seguir a sinalização, respeitar os limites de velocidade e conduzir o veículo de maneira defensiva. Isso é o básico e, no trânsito, fazer o básico é fazer o essencial.

Diego Leonardo
(CALL, 1º e 2º anos, terça-feira, sala 8)

EAD - Um novo método de ensino

Falta de tempo, de dinheiro e de horários compatíveis com o trabalho, a família e os estudos. São esses os motivos que levam várias pessoas a fazerem um curso de nível superior à distância. Pode ser este o meio de formação superior o passaporte para a realização profissional do indivíduo, consequentemente, a oportunidade de inserir-se no mercado de trabalho. Por isso esse método é tão procurado e, sem dúvidas, deve ser considerado como algo favorável.

É certo que na atualidade o “velho” ensino presencial está sendo cada vez mais substituído pelo ensino à distância, que vem inovando, agradando e conquistando mais e mais pessoas. Mas o que seria educação à distancia? EAD é o processo de ensino-aprendizagem, mediado por tecnologias, em que professores e alunos estão separados espacial e temporalmente. Mas podem estar conectados, por tecnologias, principalmente as telemáticas, como a Internet. Também podem ser utilizados o correio, o rádio, a televisão, o vídeo, o CD-ROM, o telefone, o fax e tecnologias semelhantes. Por sua versatilidade, os alunos assistem às aulas onde, quando puderem e quando quiserem.

O fato é que essa modalidade de ensino faz com que o aluno seja sujeito de sua formação (construção do conhecimento), faz com que o processo de aprendizagem se desenvolva no mesmo ambiente em que se trabalha e vive alcançando assim uma formação entre a teoria e a prática ligada à experiência e em contato direto com a atividade que se deseja aperfeiçoar. Permite ao aluno uma eficaz combinação entre estudo e família, além do fator custo-benefício já que a educação a distância proporciona uma maior economia do que um curso presencial com um “bônus” que é o material didático, muitas vezes, gratuito.

O EAD tem mostrado eficiência e eficácia, pois cada vez mais o mercado de trabalho vem sendo dominado por pessoas competentes e sábias no assunto de sua graduação oriundas de escolas à distância. Não há coisa nesse mundo que impeça uma pessoa de aprender e de ser alguém na vida.

Taíla Maciel de Alencar Fialho
(CALL, 1º e 2º anos, terça-feira, sala 9)

CELULAR E SALA DE AULA NÃO COMBINAM!

Jogos, câmera fotográfica, MP3 player. São muitas as funções dos celulares da atualidade e elas vão muito além de apenas a realização de ligações telefônicas. Cada vez mais atualizados e entretidos, são, com certeza, um dos objetos preferidos de muitas crianças e adolescentes. No entanto, seu uso em sala de aula, bastante frequente entre os jovens de hoje, pode acarretar alguns problemas, como por exemplo, a desconcentração dos alunos e do professor.

De fato, o uso de celulares durante as aulas tem mostrando-se como algo perigoso. Ao utilizá-lo, mesmo que apenas para ver as horas, quanto mais para jogar ou ouvir música, o aluno perde o foco da matéria que é dada, desviando-se do curso de explicação do professor, o que, consequentemente, dificulta seu aprendizado, de uma maneira geral.

Além disso, quando o uso desse aparelho é detectado pelo professor, este, muitas vezes, tem que chamar a atenção dos alunos ou até confiscar-lhe o objeto. Isso acaba por interromper sua linha de pensamento e distanciá-lo de sua explicação. Essa situação é bastante prejudicial não somente ao professor, como também aos alunos, pois estes terão sua aula retardada ou interrompida.

O aparelho celular é extremamente útil em nosso dia-a-dia, mas não em sala de aula. Seu uso neste local é indevido e prejudicial ao aprendizado. Em consequência disso, deve ser evitado veemente. Afinal, atrapalhar a hora da aula é atrapalhar a hora da educação.

Joyce Dantas
(CALL, 1º e 2º anos, terça-feira, sala 7)

SOMOS ABENÇOADOS PARA ABENÇOAR


Vivemos em um mundo com imensas disparidades. Há quem viva com mais de 100 mil reais por dia, mas principalmente há quem viva, ou melhor, sobreviva com menos de 200 reais por mês. O voluntariado é uma forma de diminuirmos o profundo abismo da exclusão social.

Ajudar a quem precisa é fazer um pouco de justiça, mas um pouco que faz grande diferença. Quando brincamos com uma criança hospitalizada, fazendo-a rir, estamos tirando a sua mente, mesmo que por poucos minutos, do ambiente pesado de agulhas, medicamentos e dor.

Não é certo julgar antes de conhecer. Muitas vezes o indivíduo está em condição precária, não por opção de escolha, mas por hereditariedade. Já nasceu em meio à pobreza e nunca recebeu uma oportunidade de sair desse meio. Nem mesmo uma educação digna de um ser humano.

“É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã [...]”. Esse trecho da música Pais e Filhos da Legião Urbana diz tudo. Amar, mais do que tudo, é agir. Não adianta culpar os governantes pela miséria que assola o mundo, se a culpa é principalmente da sociedade capitalista, que é excludente e elitista.

É dever do povo ajudar, dar oportunidades, parar de não fazer nada e agir com ações humanitárias. Aquele menino de rua, a quem é recusada uma oportunidade de estudo, poderia ser um cientista que descobriria a cura para AIDS. Ser voluntário, ajudar sem querer algo em troca é, antes de tudo, abençoar, com a bênção da oportunidade.


Thaíse Pessôa
(CALL, 1º e 2º anos, terça-feira, sala 9)

domingo, 29 de maio de 2011

Introdução de um texto dissertativo

Discurso da profª. Amanda Gurgel na Assembleia Legislativo do RN

Sexo na adolescência

A prática precoce do sexo é cada vez mais comum na sociedade contemporânea. Não só porque a mídia influencia a cabeça principalmente dos mais novos, mas também porque a curiosidade torna os instintos quase que incontroláveis. Além disso, o desenvolvimento de novos e sofisticados métodos contraceptivos torna a prática sexual mais segura.

Com freqüência, o corpo é usado como instrumento de comunicação sexual em novelas, filmes e seriados fazendo com que os jovens, inexperientes, achem isso algo banal, sem importância ou valores. Emissoras separam horários privilegiados e expõem corpos esculturais, aguçando os pensamentos e desejos daqueles que ainda não experimentaram o sexo.

A influência televisiva, aliada á curiosidade comum aos jovens por novas descobertas, vêm estimulando a prática do sexo cada vez mais cedo. A busca por emoções inusitadas que parecem á primeira vista perfeitas, podem trazer resultados negativos para toda uma vida. Gravidez, doenças, aborto, são alguns desses resultados.

A criação de métodos, como a camisinha e as pílulas anticoncepcionais, considerados altamente seguros, estimulam mais ainda o sexo. Porém, o uso inadequado desses instrumentos podem trazer danos irreparáveis á vida do adolescente, a AIDS e a gravidez são apenas 2 deles.

São comuns jovens inconseqüentes, que colocam suas vidas em jogo tendo o risco de arruinar todo um período destinado á aprendizagem e a formação de um adulto ,e acima de tudo um ser humano íntegro como é a época da adolescência. Pensar, medir, pensar novamente, considerar, são algumas das fórmulas para fazer o que é certo sempre.

Por outro lado os adolescentes não são pobres coitados, que sempre são manipulados pela mídia, pela curiosidade ou por métodos seguros. Caráter, apoio familiar e escolar, ambiente de vivência são fatores que contribuem para uma maior ou menor influência desses elementos na vida do adolescente.

Fellipe Elpídio

Introdução e conclusão de artigo

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Introdução de artigo de opinião

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Artigo de opinião - prof. João Maria - parte 1

Artigo de opinião - prof. João Maria - parte 2

Artigo de opinião - prof. João Maria - parte 3

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Voluntário, um agente da inclusão social

A atuação dos voluntários é essencial para a formação de uma sociedade mais justa. Não só porque permite a interação de pessoas de realidades sociais bem diferentes, mas também porque valoriza os indivíduos que são rejeitados pela população.

O voluntariado não se relaciona só com grupos de pessoas pobres, mas também com grupos discriminados por boa parte da população, como adolescentes grávidas, portadores de HIV e viciados em drogas. É indubitável que a interação entre voluntários e esses grupos sociais seja de extrema importância para ambos. Com a troca de conhecimentos, respeito ao próximo e ajuda mútua entre os envolvidos, teremos a oportunidade de tornar a sociedade cada vez mais justa e unida.

Além disso, a ajuda disponibilizada pelos voluntários faz com que os grupos sociais envolvidos se sintam valorizados. Isso acontece pela atenção em particular que cada voluntário dá ao indivíduo. Enquanto nesta sociedade injusta eles são excluídos, entre os voluntários eles são elogiados, possuem o direito de expressão, bem como recebem carinho e apoio, e ainda por cima, têm seus talentos prestigiados.

Em suma, deve-se enaltecer a ação dos voluntários, pois são grandes agentes da inclusão social. Logo, é preciso que haja estímulo, por parte do governo, para o exercício do voluntariado, e consequentemente, a sociedade se tornará mais unida e justa.

Valentino Poti

Igor Ataíde

(CALL, 1º e 2º anos, terça-feira, sala 9)

Tecnologia Médica, uma ajudante na formação de famílias

Ryan e Lisa Shepherd se reúnem com suas filhas Bethany, Megan e Ryleigh para jantar. O que poucos sabem é que essa família só está reunida graças à tecnologia médica, que possibilitou ao casal, através da fertilização In Vitro, ter filhos. Sendo assim, a tecnologia médica é de enorme relevância para que uma família seja formada e esta tenha um planejamento de vida. Não só porque permite casais com dificuldades de formar descendentes terem filhos, mas também porque faz com que os pais saibam o sexo do filho e se este possui algum problema.

A família Shepherd só existe graças á fertilização In Vitro, que por sua vez, é resultante da evolução tecnológica da Medicina. Essa fertilização ao casal Shepherd, que é detentor de chances pequenas de ter filhos naturalmente, e a muitos outros nesta mesma situação, a formação de descendentes. Sem a tecnologia, esses casais, possivelmente, não seriam felizes do jeito que são hoje.

Outro benefício que veio com a evolução da tecnologia médica é a observação do feto no estado neonatal. Esta observação, que é feita pelo ultrassom, permite aos pais saberem o sexo do bebê, possibilitando assim, a preparação da família para receber o seu mais novo membro com roupas, brinquedos e um quarto. Além disso, esta observação pode poupar as famílias de surpresas e estresses maiores, e também pode salvar a vida de um feto. É o caso do exame feito no Ultrassom de Terceira Dimensão, que dura entre 50 minutos a 1 hora, e pode detectar má formação anatômica.Dependendo do caso(cistos no pulmão,por exemplo), é possível operar o feto ainda no útero.

Em síntese, a tecnologia médica é essencial para a sociedade. Não só como meio de prevenção de doenças, mas também como formadora de famílias. Além disso, pode evitar a morte precoce de fetos. Portanto, é preciso que se tenha apoio financeiro por parte do governo, para que haja novas descobertas científicas no campo da Medicina. E assim, existirão mais casais incapacitados, como Ryan e Lisa, reunidos para jantar com suas crias.

Semy Poti

Igor Ataíde

(CALL, 1º e 2º anos, terça-feira, sala 9)

Voluntário: atendente da necessidade

A realidade é triste, mas não pode ser negada: a imagem do “ser voluntário” está cada vez mais apagada em nossa mente. Quando não completamente esquecida. Às vezes em que temos lampejos desse valor essencial a nossa sociedade, acabamos nos equivocando quanto ao seu verdadeiro significado.

Ser voluntário não se limita apenas a contribuir com doações materiais, sejam elas roupas, alimentos ou dinheiro, em campanhas a favor dos mais necessitados. Se fosse esse o caso, o governo do ex-Presidente Lula poderia até ser considerado como o mais voluntário da história do Brasil devido a sua política assistencialista. Porém, essa é apenas uma pequena parte, não menos importante, claro, das várias atitudes dos voluntários.

Essa nobre qualidade, por assim dizer, é atribuída também àqueles que estão dispostos simplesmente a agir. Apesar da correria do dia-a-dia, tais pessoas conseguem perceber o que por muitos, tantas vezes, passa despercebido. Os verdadeiros voluntários são aqueles que se disponibilizam espontaneamente a sair da sua zona de conforto para atender a necessidade do próximo, principalmente de desconhecidos. E o mais importante de tudo: sem esperar nada em troca.

Para essas pessoas, ceder o seu assento no ônibus a um idoso e ouvir dele um simples “obrigado”, falar uma palavra confortante a um desamparado ou simplesmente ouvir o desabafo ou as experiências de vida de idosos abandonados em asilos são as melhores gratificações que elas podem receber.

Tomarmos atitudes de voluntários nem sempre é fácil, isso é verdade. Mas se agirmos, sempre que possível, de uma forma mais atenciosa com o próximo, tomarmos atitudes de verdadeiros voluntários, descobriremos o quão importante é o papel dessa figura para a sociedade e conheceremos uma das melhores sensações existente: saber que você proporcionou algo bom a alguém.

Luiz Augusto
(CALL, 1º e 2º anos, terça-feira, sala 9)

sábado, 21 de maio de 2011

Diga não à palmada

Palmada, chinelada ou “tapa pedagógico”. Pouco importam as nomeclaturas, se o significado é o mesmo: agressões físicas. Há aqueles que discordam, porém, tomar a agressão como medida de educar os filhos e deixar de lado o bom diálogo é atitude a ser repensada.

De fato, é verdade que os filhos se sentem intimidados com tais atitudes, contudo, é também verdade que eles sentem-se magoados e decepcionados com seus pais educadores. Pensar que “uma surra sempre resolve” é ignorância, uma vez que não se tem a compreensão do misto de sentimentos envolvidos.

A lei anti-palmada mostra que a educação transmitida dos pais aos filhos deve ser de forma passiva e respeitosa. É até contraditório ensinar ao seu filho que não se deve bater em ninguém, e realizar tal agressão como forma de educá-lo. Tratar da criança como uma propriedade privada e se intitular seus donos são pensamentos presentes nas cabeças de pais agressores, que sequer se preocupam em buscar outras formas de correção ao comportamento de seus filhos. Partem logo para a agressão.

Vera Lúcia, procuradora de justiça aposentada, acusada de espancar sua filha adotiva de dois anos, é um exemplo significativo do tipo de crime que a lei anti-palmada pretende impedir. Seja quais forem as explicações para suas atitudes tomadas, nenhuma delas justificará o seu erro, tendo em vista que agressões físicas à criança é, sem dúvidas, um crime. É melhor evitar as palmadinhas do que relatar futuros casos de espancamento de crianças.

Se fosse a única forma de educar uma criança, uma “chinelada” seria até aceitável, embora a realidade seja outra e as opções sejam diversas. Portanto, por que não ter como solução uma conversa instrutiva ao invés de uma agressão física? Além do mais, estamos abordando um tema em relação a indivíduos nos primórdios da vida que, além de inocente, é indefeso.

Deve ser levado em conta o psicológico da criança vítima, pois ao receberem tais tratamentos cruéis ou degradantes, ficam expostas a sofrerem e se magoarem mais. Portanto, antes de levantar a mão para um filho, questione-se se não existem outras maneiras de resolver o problema. Evitar a violência já é uma solução bem tomada, assim como afirmava Martin Luter King: “ Uma das coisas mais importantes da não violência é que não busca destruir a pessoa, mas transformá-la”.

João Pedro Machado de Azevedo
(CALL 1º e 2º anos, terça-feira, sala 8)

Tecnologia e vida

Existe um problema que até recentemente assombrava quem queria ter filhos. Devido a problemas genéticos e hormonais, alguns casais não conseguiam engravidar de maneira natural, o que acabava destruindo o sonho de formar uma família. Atualmente, com o avanço da tecnologia na área médica, dependendo do caso, já é possível concretizar esse sonho para quem antes não podia ter filhos, o que é uma ótima notícia.

Através de técnicas como a fertilização in vitro, é possível gerar uma vida de maneira ‘’artificial’’. Nesse caso, a fecundação é realizada em laboratório e os óvulos já fecundados são implantados no útero da futura mamãe, dando assim a oportunidade de gerar uma família. Esse tipo de método também é utilizado para quem quer ter mais de um filho, ou seja, gêmeos, trigêmeos e até quadrigêmeos.

Também é possível que mulheres solteiras engravidem, através de um doador anônimo de sêmen, dessa forma, ela irá engravidar, mas não saberá quem é o doador, isto é, o pai do seu filho.

Há várias técnicas utilizadas para engravidar. Até quem antes não podia ter filhos, agora tem uma chance de construir uma família. Mas vale ressaltar que tais métodos não são acessíveis a qualquer um, pois são muito caros. Uma outra saída seria a adoção, mas é um processo bastante demorado e burocrático, por isso muitos casais recorrem à fertilização, pois há menos burocracia e ainda há a possibilidade de acompanhar a geração desde o início, passo a passo.

A tecnologia médica, hoje em dia, tem enorme importância na formação de uma família. Além de proporcionar a geração de um novo ser, gera uma nova família, acende a esperança, o amor e a alegria. Sem esses métodos, muitas famílias não existiriam. Ou seja, mais uma vez, a tecnologia se alia ao homem para construir o bem maior da sociedade.

Luana Siqueira Ribeiro

(CALL 1º e 2º anos, terça-feira, sala 8)

domingo, 15 de maio de 2011