terça-feira, 26 de julho de 2011

domingo, 17 de julho de 2011

AS MULHERES NO PODER

De uns tempos para cá, as mulheres estão aumentando a sua participação no mundo, ou seja, uma nova geração de mulheres está chegando ao poder em sociedades nas quais isso era impensável até pouco tempo atrás. Não só porque há mulheres na política, mas também os números de damas nos negócios vêm crescendo. Além de elas estarem em busca de uma instrução cada vez melhor.

Com a chegada de Dilma Rousseff à presidência da república a história do país muda e esse fato está, é claro, muito longe de ser insólito. Além de Dilma, existem muitas outras presidentes, como no Chile Michelle Bachelet é a primeira mulher a presidir um país latino-americano sem ter herdado o poder do marido. Sem contar Hillary Clinton, dos EUA.

Nos negócios, aproximadamente 25% dos cargos de chefia são exercidos por mulheres no mundo, segundo dados da consultoria The Grant Thornton International Business Report, baseados em informações referentes a empresas privadas em 36 países em 2009. No caso do Brasil, especificamente, tem 21% de mulheres chefes.

Em relação à formação acadêmica, entre 1996 e 2008, o número de homens com doutorado é maior que o de mulheres. Mas, desde 2004, as mulheres superam os homens na obtenção anual de títulos de doutorado no Brasil.

Hoje as mulheres são 100 milhões de trabalhadoras em toda a América Latina e Caribe. Além da inserção das mulheres no mercado de trabalho, outra mudança é visível nas famílias, causada principalmente por profundas transformações sociais e demográficas. Houve um incremento de domicílios com apenas uma pessoa responsável, quase sempre uma mulher, um menor número de filhos e o aumento de pessoas.

Portanto, em todas as áreas da atividade humana a mulher vem se destacando. Alguns setores que até há pouco eram tidos como de inteiro domínio masculino, foram desmistificados e hoje são administrados, dirigidos e chefiados por mulheres de inquestionável sucesso e competência. Desta forma, está evidente o crescimento da participação da mulher nas atividades políticas e principalmente nas atividades econômicas, sejam públicas ou privadas. Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego demonstram que entre 2006 e 2010 as mulheres predominavam e agora continuam a predominar na Administração Pública, Defesa e Seguridade Social.

Taíla Maciel

(CALL, 1º e 2º anos, terça-feira, sala 9)

PALMADA SIM, AGRESSÃO NÃO!

Atire a primeira pedra quem, na infância, nunca levou umas boas palmadinhas. Notas baixas, vidros quebrados, desobediências...Esses são apenas alguns dos motivos que levam os pais a baterem, com o intuito de educar e impor limites aos seus filhos. O projeto de leu que foi enviada ao congresso pelo Ex-presidente do Brasil.Luiz Inácio Lula da Silva, a “lei da palmada” que impõe a proibição aos pais de baterem nos seus filhos, está causando muita polêmica. Alguém pode imaginar uma criança indo á delegacia de polícia para denunciar os próprios pais por ter levado uma tapa?

É certo que os também já foram crianças e, boa parte deles, apanharam na infância. Alguns optaram por não reproduzir o mesmo recurso pedagógico, mas outros sim, porque acreditam que foi benéfico para eles, impondo limites e ensinamentos. Sem essas tapas, beliscões e palmadas não saberiam o que é o certo e o errado. Talvez eles não fossem hoje pessoas educadas e disciplinadas se não houvessem levado aquela tapinha.
Além do mais, essa lei agride a liberdade dos pais de educarem seus filhos do modo que julguem correto. O Estado não pode intervir nessa forma de educação, visto que esse é o papel da família na formação do individuo. Por exemplo, as dificuldades sociais e psicológicas de cada pessoa não são perceptíveis ao Estado. Por essa razão, cabe somente aos pais ensinarem os filhos, já que os conhecem e convivem com eles.

Não obstante, devemos ressaltar que espancar qualquer que seja o individuo é crime, e que já existe o Código Penal, que pune severamente esses criminosos. Os pais só devem compreender a diferença entre espancar e dá uma palmada. É totalmente aceitável o castigo para aquela criança que, por exemplo, quebra um jarro e que tinha sido previamente avisada de que aquilo é errado.

Enfim, para serem excelentes pais, só precisam entender que as crianças e adolescentes têm suas próprias vontades e que nem sempre o modo como eles pensam é o mesmo modo como os filhos pensam, aliás, são tempos diferentes e todos somos diferentes. É claro que deve ter previamente um diálogo. Caso esse método não ocorra com sucesso, uma tapinha cai bem. Como dizem as pessoas mais experientes: “A mão que dá carinho é a mesma que dá palmada”.

Elaine Waleska

(CALL, 1º e 2º anos, terça-feira, sala 7)

ASSIM O BRASIL NÃO CRESCE

Analfabetos absolutos e semi-analfabetos.Essa é a realidade de 15% dos jovens brasileiros com idade entre 15 e 24 anos.Diante desse dado, todo ano os políticos dizem estar investindo na educação básica de nosso país e na qualidade do ensino, mas será que isso é verdade?

De acordo com as pesquisas feitas pelo INAF (Indicador de Analfabetismo Funcional), em 2009 apenas uma terço dos jovens daqui atingiram a alfabetização plena, e isso não ocorre apenas em um nível de ensino.O analfabetismo funcional atingia 59% dos alunos até a 4ª série, da 5ª a 8ª série eram 22% e no ensino médio apenas 5%.Tais taxas provam que o ensino básico está carente e necessita de melhoras.

O ensino fundamental é uma importante época na vida do aluno, umas vez que, sem um bom ensino básico ninguém consegue aprender direito os conteúdos futuros.Os responsáveis pela educação brasileira (Ministério da Educação) investem muito nas UFS e IFS ( Universidades e Escolas Técnicas) e deixam em segundo plano o ensino básico, sem levar em conta que o aluno apenas chegará nas universidades se tiver uma base.Eles estão fazendo o contrário, pois o ensino começa de baixo para cima.

O número de analfabetos funcionais na oitava economia do mundo é provocado pela contínua falta de prioridade na educação básica e na qualidade da instrução.Ao corrigirmos esse déficit, nossa população passa por uma incrível reforma e deixará assim, de ter tantos analfabetos.

Lucas Freire

(CALL, 1º e 2º anos, terça-feira, sala 8)

BULLYING: A SOLUÇÃO É EDUCAR

Quinta feira, sete de abril de 2011. O ex-aluno Welinton Menezes, de 24 anos, invadiu a Escola Municipal Tasso da Silveira e assassinou, com dezenas de tiros, doze crianças e deixou outras vinte feridas. Com base nessa tragédia, que abalou o Brasil, fica a pergunta: qual será o motivo que levou o assassino a cometer tamanha barbaridade? A causa para o que ocorreu naquele dia pode estar ligada ao bullying.

De acordo com a psicóloga e jornalista Menar Senovilla, a principal causa para a prática do bullying é de ordem familiar e pessoal. A criança ou jovem que sofre com um pai violento ou tem uma má organização familiar pode tomar condutas agressivas no ambiente escolar. Quando a acriança está constantemente exposta a esta e outras situações, como a tentativa de se tornar popular através da violência, ela acaba sendo estimulada a reagir de forma agressiva e repetitiva, se tornando praticante de bullying.

O bullying sujeita o indivíduo a uma enorme pressão, levando a se tornar um sujeito frágil. Baixo nível escolar, dificuldade de se relacionar com outras pessoas, ataques de pânico, stress e até mesmo o suicídio. Essas são as principais consequências dos indivíduos que sofrem com o bullying. Porém, os efeitos que a agressão leva não se restringe apenas às vítimas, mas também tem repercussão na vida dos agressores. O praticante da violência tende a, no futuro, ser um adulto violento, com baixa resistência à frustração, levando a envolver-se em atos criminosos. Por isso, fica claro que a agressão é ruim para ambas as parte, tanto para a vítima, quanto para o agressor.

Para termos uma sociedade, principalmente escolar, digna e sem violência devemos combater os maus que as atingem. É melhor prevenir um problema do que resolver as suas consequências. E é com base nisso que a prática do bullying deve ser evitada, através de discussões e palestras dinâmicas, conscientizando os envolvidos, ou seja, as crianças. Só assim, teremos pessoas com noção e conhecimento sobre violência e suas consequências. Afinal, como disse Pitágoras, “eduquem os meninos e não será preciso castigar os homens”.

Karinne Lucena

(CALL, 1º e 2º anos, terça-feira, sala 8)

JOVENS, INDIVÍDUOS GROSSEIROS

Tapas, chutes, xingamentos, sinais obscenos. Estas são atitudes cada vez mais praticadas pelos jovens tanto em casa quanto na escola contra pais e professores. Essa realidade precisa mudar, pois senão futuramente nossa sociedade terá um número restrito de pais e professores devido à grosseria com que estes convivem atualmente. Mas como mudar esta situação?

Inicialmente, é indubitável que a presença da família na vida do jovem é necessária para que se tenha uma redução no número de grosserias contra pais e professores. Com uma família presente desde pequeno,o jovem, no futuro, terá uma abertura maior para contar suas dificuldades e tristezas para alguém de confiança e que realmente esteja interessado em ajudá-lo,ao invés de expulsar essas infelicidades através de atitudes desrespeitosas e grosseiras com os mais velhos.Dados coletados pelo pesquisador americano Robert Blum,da Escola de Medicina da Universidade de Minessota,permite concluir que a principal causa da agressividade das crianças da classe média americana é a falta de amor dos pais.Logo,elas precisam se sentir amadas.

Além disso, é necessário que os pais tenham “pulso firme” em suas decisões desde cedo. A partir do momento em que eles não demonstram convicção nas decisões tomadas, a insegurança que os rodeiam será um alicerce para uma refutação de idéias, por parte dos filhos, e quem sabe até mesmo uma revolta. É um caso de um filho que questiona aos pais sua saída para uma festa. O pai não permite já a mãe além de permitir ainda faz com que o pai seja flexível quanto a sua decisão. A falta de senso comum entre os pais poderá levar o menino a um questionamento agressivo em outra ocasião, em que a solução encontrada naquele instante não for a desejada por ele. Temos assim a formação de um indivíduo desrespeitoso e desligado quanto à hierarquia social.

Há quem defenda que a melhor maneira para evitar agressões aos pais e professores é o castigo físico. Embora seja uma forma de impor respeito e neutralizar o comportamento inadequado, a punição física não é a melhor saída a ser utilizada.Como querer combater a violência fazendo uso desta? O castigo físico só contribuirá para o agravamento da situação. Logo, este tipo de punição não é a melhor escolha.

Em suma, esta realidade, em que jovens cometem grosserias, precisa mudar. Não só através da demonstração de afeto pelos pais,mas também por meio de decisões concretas destes.Portanto, o melhor caminho é o do diálogo,que além de proporcionar uma relação afetiva entre pais e filhos,impossibilita a formação de um jovem não condizente com a hierarquia social.

Igor Ataíde

(CALL, 1º e 2º anos, terça-feira, sala 9)

OS PEQUENOS TAMBÉM MERECEM RESPEITO

As crianças, por terem pouca idade e consequentemente, pouca experiência, são imaturas e agem, na maioria das vezes, sem pensar nas consequências. Então, é necessário que elas sejam alertadas, mesmo na infância, pelos seus pais e responsáveis, do que se deve ou não fazer. Contanto que essa educação seja por meio de conversas e não agressões, pois, além de ser crime, a criança se torna um adulto problemático. Considerando esses fatos, a nova lei antipalmada foi mais do que bem vinda, por proteger crianças que são agredidas constantemente.

Há pais que afirmam que a forma mais correta de educar os filhos é na base de palmadas e ainda acham que são atos de amor. Agir com o coração é, mesmo na hora da raiva, chamar o filho para conversar particularmente, explicar que o que ele fez é incorreto, por isso não deve ser repetido e citar as conseqüências que irá prejudicá-lo, como ficar sem os momentos de lazer, por exemplo.

Temos inúmeros exemplos de pessoas traumatizadas, que não levam uma vida saudável, devido ao passado que tiveram, pois os seus pais não souberam educá-los, atingindo-os com agressões morais e físicas. Esses indivíduos sofrem com problemas de convivência e qualquer tipo de relação, inclusive, profissional.

Portanto, crianças são pessoas inocentes e indefesas, que merecem um tratamento carinhoso, principalmente, de seus pais, então é de grande importância que a lei antipalmada seja acatada pela sociedade para que as vítimas de maus tratos possam ter uma vida melhor.

Mylene Radmila

PODE-SE EVITAR "O TODOS CONTRA UM"

Está cada vez mais comum a ocorrência de bullying. Ele circula nas escolas, na internet. Costuma atacar os mais frágeis e os que se diferenciam dos demais. Suas conseqüências são devastadoras. Entre elas, a depressão e até mesmo o suicídio. Está se tornando um problema cada vez mais alarmante e de difícil solução. Exatamente por isso, é preciso prevenir a violência nas escolas, utilizando métodos como o diálogo e o aumento de segurança, evitando assim, diversos tipos de agressão nessas instituições.

Há quase doze anos, dois jovens que sofriam bullying invadiram uma escola norte-americana e assassinaram mais de dez professores e adolescentes. Denominado massacre Columbine, o caso teve bastante repercussão no mundo inteiro e após o acontecimento, os Estados Unidos fizeram um investimento extremamente alto na compra e instalação de câmeras, além de detectores de metais, numa tentativa de aumentar a segurança nos colégios. A alternativa, apesar de muito cara, surtiu efeito. Hoje, o número de agressões físicas em instituições escolares do país diminuiu consideravelmente.

Porém o bullying não se apresenta só em ataques físicos, ele atinge verbalmente e acarreta danos psicológicos gravíssimos. Dessa maneira, há uma solução muito mais eficaz para evitá-lo. O diálogo entre o corpo docente, pais e alunos é uma arma poderosa, que se usada a longo prazo irá diminuir expressivamente os casos de violência contra estudantes. Acontece que a boa interação entre eles levará à comunicação que fará com que pequenos problemas de isolamento e discriminação sejam rapidamente solucionados, não dando espaço para que cresçam e tornem-se algo irreparável, pois jovens terão segurança de discutir a respeito do que os incomoda. Além disso, diálogos serão responsáveis por conscientizar adolescentes sobre o bullying, mostrando como é perigoso.

Assim, existem meios para tentar evitar a violência nas escolas. O aumento da segurança, apesar de ser um investimento caro, pode suprimir, não inteiramente, os ataques físicos. Somando a isso, há o diálogo que é um método bastante eficaz, já que fará com que os jovens sintam-se confortáveis para conversar sobre qualquer situação que os preocupe e esta interação também fará com que os estudantes tenham consciência da seriedade de agressões no colégio.

Anny Gabriely Miranda Campos

SER DIFERENTE É SER NORMAL

É bastante comum, nos dias de hoje, a prática do bullying, principalmente nas escolas. As agressões psicológicas e morais, realizadas por pessoas que se sentem melhores que as outras, atingem gravemente o desempenho escolar das vítimas. Além do mais, causam danos à vida social e pessoal, ocasionando o isolamento, depressão e, às vezes, a morte dessas pessoas que são apenas diferentes do padrão imposto pela sociedade.

As escolas brasileiras estão empenhadas em eliminar a prática do bullying, porque afeta o convívio entre os alunos, afasta-os da instituição de ensino com medo de sofrer agressões e torturas, por se vestirem, falarem, ou gostarem de coisas diferentes a maioria dos colegas. Se um jovem pintar o cabelo de azul, por exemplo, será motivo de chacota e de apelidos pejorativos, apenas porque é algo inusitado.

Estão sendo disseminados nas escolas, policiais e psicólogos para realizarem palestras, com o intuito de esclarecer aos jovens o que é o bullying e quais os seus tipos. Essas ações, além de esclarecer, ainda podem servir de motivação para denunciar quem pratica e também encorajar a falarem das torturas.

Apesar das palestras, ainda existem diversos casos de violência nas escolas, por parte de alguns alunos que ainda não perceberam que é um crime o que eles fazem. Muitas vezes, as pessoas encorajadas a denunciar sofrem torturas pelos praticadores do bullying, porque não sabem conversar, apenas praticar violência física.

Diante dos fatos, os colégios deveriam punir severamente os agressores e impor uma indenização para as vítimas, custeadas pelos criminosos. Com essa medida, diminuiriam os casos de violência nas escolas e enfim chegaria a paz tão almejada para os que acreditam que ser diferente é ser normal.

Elaine Waleska
(CALL, 1º e 2º anos, terça-feira, sala 7)

A NOSSA SEGUNDA CASA

Formar cidadãos, contribuir para a formação profissional, ensinar as matérias. Essas são algumas respostas dadas por pessoas ao serem questionadas sobre qual a principal missão da escola. Significativa parte do tempo da maioria das pessoas é vivenciada em ambiente escola, um espaço com diversos e importantes compromissos, em que alguns estão relacionados a características técnicas, e outros a valores morais.

É certo que a escola tem como incumbência mais expressiva, a transmissão de conteúdos acadêmicos que servem de apoio para a vida inteira. Ensinar as disciplinas, dar condições para que o aluno descubra a área de sua preferência, seja tecnológica, humana ou biomédica e, consequentemente, qualificá-lo para o trabalho, é dever de qualquer instituição escolar. Nesse âmbito, o que interessa é o desenvolvimento intelectual do ser. E é tendo por base essa aprendizagem, que o engenheiro consegue calcular, o advogado elabora uma petição ou um biólogo estuda a vida de uma planta, por exemplo.

Além disso, cabe à escola contribuir para a formação ética e social dos alunos. Valores como respeito, cooperação, responsabilidade e solidariedade devem ser fortemente trabalhados. Nesse ambiente, temos que aprender a lidar com diferenças de opiniões e gostos, temos que assumir vários compromissos, desde se uniformizar corretamente, até realizar as atividades e, constantemente, trabalhamos em grupo, por exemplo. Dessa forma, crescemos não só no domínio da inteligência, mas também como cidadãos íntegros e como pessoas integrantes de uma sociedade.

Portanto, a escola pode ser considerada a nossa segunda casa, tendo em vista que além de repassar informações e conceitos, esse estabelecimento nos prepara para a vida em sociedade. A instituição escolar nos ensina, de uma forma geral, a desenvolver habilidades e competências, informando e formando.

Marjorie Saunders
(CALL, 1º e 2º anos, terça-feira, sala 7)

EDUCAÇÃO: MAIS QUE UMA SIMPLES AULA

Acordar cedo, trocar de roupa, tomar café, ir para a escola. Essa é uma rotina que quase a totalidade das pessoas vivenciou ou vivencia por um longo período de tempo. É necessário frequentar a escola por, pelo menos, doze anos para ter a formação no ensino fundamental e médio. A grande quantidade de tempo dedicada a essa instituição mostra o alto grau de influência e importância que a escola tem na vida do estudante. Essa importância está relacionada ao considerável papel da escola na formação intelectual e social de um indivíduo.

A escola deve ter como um dos objetivos formar intelectualmente o estudante. É através de aulas em sala, aulas de campo e atividades avaliativas que isso acontece. Porém, mais importante que transmitir o conhecimento ao aluno é ensinar o estudante a pensar, a ter senso crítico e criar suas próprias opiniões. É como, por exemplo, ao estudar sobre a devastação e poluição da natureza, é importante promover debates e discussões sobre o tema, meios de preservação, despoluição, ou seja, fazer o aluno refletir.

Mais que o desenvolvimento intelectual, a escola tem também a função de formar socialmente o indivíduo. Numa sala de aula nos deparamos com os mais diferentes tipos de pessoas das quais divergimos em opiniões, mas que temos que nos relacionar harmonicamente. Em outras palavras, aprendemos a nos relacionar em grupo. Ao fazer um trabalho em equipe, por exemplo, é necessário discutir, ceder e argumentar para convergir em uma ideia da equipe.

A partir do que foi discutido, podemos perceber que a escola tem como principal e essencial função, a de educar intelectual e socialmente o estudante. Diante dessa importante função da escola, vemos uma contradição no nosso país, o setor da educação é um dos mais precários do Brasil. Essa precariedade preocupa e necessita de maior atenção dos governos, pois a escola não educa apenas conceitualmente, educa para a vida.

Uma leitora.

Marina Mendonça de Miranda.

(CALL, quinta-feira, 1º e 2º anos, sala 8)